Aplicativo para medir vitamina D no corpo

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A pandemia de covid-19 gerou discussões sobre a importância da vitamina D além da saúde óssea.

O nível desse componente imunológico está diretamente relacionado à função do sistema. Aqueles que precisam regulá-lo no corpo normalmente recorrem a suplementos feitos em laboratório. Mas uma técnica patenteada por pesquisadores pode reduzir a necessidade de administração oral.

O professor Petrus Santa Cruz, do Departamento de Química Básica da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), criou um aparelho que mede os níveis de vitaminas no organismo coletando dados sobre a exposição de um indivíduo à luz solar e usando um aplicativo para celular.

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A ideia de Petrus surgiu há cerca de 20 anos, quando ele desenvolveu um nanodosímetro molecular – um dosímetro para medir a exposição à radiação da pessoa. Dez anos depois, uma versão para impressão para medir os dados, completando assim sua criação.

Nele, uma impressora “jato de tinta” pode produzir uma molecula em formato de fita que armazena a memória ultravioleta que o individuo recebeu em um certo horário do dia ou horário solar.

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O INPI (Escritório Nacional de Propriedade Intelectual) analisa essa invenção há muitos anos. Recentemente, uma agência registrou uma patente de dispositivo chamado “Dosímetro Imprimível para Radiação Ultravioleta”.Isso aconteceu durante a pandemia,pois muitas pessoas deixaram de se expor ao sol por cauda da quarentena.

O pesquisador acredita,que no futuro após a pandemia, esse aplicativo deve ajudar como a controlar a produção de vitamina D.

Como o aplicativo funciona.

A fita com nanodosimetro pode ser usada na roupa,e a partir desse momento ela começa a coletar a exposição à radiação UV e os dados. Com um aplicativo instalado no celular, essa dose é convertida na quantidade de vitamina D.

E para realizar o calculo o software tem os dados registrados,como, o tipo de pele, idade, sexo e o tipo de roupa que a pessoa está usando (para determinar a fração de pele exposta ao sol).

“O indivíduo pode então comparar a dose de vitamina D produzida pela sua exposição ao Sol no período e comparar com a dose prescrita pelo médico”, diz o pesquisador.

Para previnir o câncer de pele,é bom evitar exposições exageradas ao Sol.
“O smartphone recebe o sinal de um leitor da fita ativa, que deixará de emitir o sinal visual (luminescência) após se atingir a produção de uma determinada dose da vitamina D”, acrescenta.

Agradecemos sua leitura, até a próxima!


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